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Investimento no aterro sanitário é realizado em Realeza

Postada em 15/08/2016

Município é um dos poucos que não tem aterro terceirizado no país

Uma das ações realizadas no aterro, que está em fase de utilizado mais acentuada desde 2014, é a colocação de manta para que o chorume, líquido que sai do lixo, não infiltre no solo. Segundo Edilberto Zanandrea, Secretário da Agricultura, a colocação é essencial para reduzir os problemas ambientais. “Colocamos a manta para que o chorume não prejudique as correntes de água. Estamos também preparando os drenos. Quando esses drenos estiverem prontos largaremos a manta e aí sim vamos dar início a uma nova célula”,

A duração dessa célula, segundo o secretário, é de 15 a 20 anos se for bem cuidada. A expectativa é de que se alcance, no mínimo, 15 anos.

Além disso, os investimentos levam em conta uma posição de destaque. Realeza é um dos poucos municípios do país que possuem aterro sanitário próprio. “Isso nos deixa muito feliz porque são investimentos altos, mas que tem um retorno como a geração de emprego com a reciclagem”, destacou Zanandrea.

Além disso, a não terceirização possibilita a geração de renda para mais de 20 famílias que dependem do processo de separação do lixo através da Associação de Recicladores de Realeza–ARREAL.

Com o investimento no aterro é possível fazer uma economia todos os anos.  “Hoje nós temos uma economia de mais ou menos R$ 700 mil por ano. Esse valor poderá ser investido em estradas, calçamento, melhorias nas propriedades rurais e no próprio urbanismo”. Se ocorresse a terceirização, segundo o secretário, o dinheiro passaria a ser utilizado em outros municípios.

O andamento da obra segue as orientações do Instituto Ambiental do Paraná.