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Dionísio Cerqueira: Ala de Pronto Atendimento, Urgência e Emergência é entregue

Postada em 06/10/2016

O atendimento na nova ala começou no final de setembro. Obras do Hospital do Município seguem até dezembro. Até agora, cerca de 80 % está concluído

A entrega da ala aconteceu na sexta-feira, 30 de setembro. São mais de cinco mil metros quadrados em reforma. De acordo com Rafael Gasperin, Engenheiro Fiscal da Obra, mais da metade do projeto está concluído. “Toda ela não está pronta. Só essa ala. Como a gente terminou a parte de cima, o pessoal foi colocado para cima. Terminada essa ala, o pessoal de emergência hoje, que está ocupando, vem para cá. Vai ser todo o atendimento por aqui. A ala cirúrgica ainda está em obra e a parte onde está a emergência hoje, vai ser reformada toda ela, é a parte que falta. Hoje nós temos em torno de 80% do hospital pronto”, afirmou.

O atendimento na ala começou no dia 30 de setembro. Para Flávio Berté, na época o então prefeito em exercício do Município, a entrega é motivo de alegria. “Pra nós é motivo de satisfação por poder informar a população do atendimento. A população pode se beneficiar desse espaço”, salientou.

A ala é moderna.  Conta também com uma entrada de urgência e emergência que possibilita a circulação do SAMU e corpo de bombeiros. Ela também possui três salas de observação: Feminina, masculina e de observação pediátrica. “As três salas de observação são importantes. Garantem um período de observação para a melhora do paciente. A estrutura é moderna, adequada pra atender bem a população. Os banheiros são adequados e podem atender os portadores de deficiência. O projeto atende todas as normas e exigências. Assim, podemos garantir qualidade e bom atendimento”, afirmou Berté.

Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 5 milhões. Outros investimentos foram feitos. “Depois ampliou pela necessidade de reforma. Ocorreu a restruturação de elevadores. Então, ampliou o investimento e agora tem toda a questão da mobilha e equipamentos que possuem um valor diferenciado”, destacou Flávio. Equipamentos também estão inclusos no gasto. Alguns foram adquiridos através de doações e outros conseguidos a partir de convênio com o Ministério da Saúde.

A reforma está em andamento há mais de dois anos. Segundo Flávio, é uma obra complexa. “Somente se pôde manter a obra porque não foi fechado o Hospital. Se nós tivéssemos fechado para reiniciar, não teríamos condições de refazer. Não teríamos Hospital na fronteira porque as condições não seriam as mais adequadas”, afirmou.

De acordo com ele, a única forma que garantisse a permanência e funcionamento do Hospital, era realizar a obra e manter o atendimento integrado.