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Pérola D’Oeste: Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais participou de encontro em Coronel Vivida

Postada em 01/11/2016

Ele também destaca a programação para a Caravana da Agricultura Familiar, em novembro

Aconteceu em Coronel Vivida-PR, no dia 25 de outubro, um encontro dos Sindicatos da Agricultura Familiar do Paraná. Pérola D’Oeste marcou presença com a participação de Paulo Roberto Czekalski, presidente do Sindicato do Município.

A organização foi um dos assuntos abordados no encontro dos Sindicatos da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Paraná- FETRAF-PARANÁ. “O sindicato tem esse papel juntamente com a FETRAF, de estar se organizando, reivindicando. Junto com os nossos sindicatos e a nossa federação, fazemos esse trabalho de avaliação, de organização num conjunto. Não ficamos isolados, cada sindicato no seu Município. Em conjunto com demais entidades nos organizamos, principalmente nesse momento em que temos que lutar para garantir os direitos conquistados”, afirmou.

Essa sintonia é essencial. Segundo Paulo, é essa união com, por exemplo, a Cresol, Casa Familiar Rural e movimentos urbanos, que vai resultar na garantia de direitos, condições para o agricultor permanecer no campo com dignidade e qualidade. Esse é um dos papeis dos Sindicatos.

Caravana da Agricultura e a Previdência Social

Além disso, no encontro, também foi debatido sobre a Caravana da Agricultura. Ela acontece de 21 a 25 de novembro. A 3ª edição acontecerá em vários Municípios e abrangerá todas as regiões do Estado.

A programação será a seguinte:

21 de novembro: “Energias Renováveis e Previdência Social” – Coronel Vivida

22 de novembro: “Segurança Alimentar” – Umuarama

23 de novembro: “Políticas Estaduais” – Guarapuava

24 de novembro: “Regularização Fundiária” – Palmital

25 de novembro: “Juventude, Mulheres e Habitação” – São Mateus do Sul

Pérola vai marcar presença no evento. Cerca de 50 pessoas deverão participar, segundo o Presidente, nas atividades em Coronel Vivida. Dirigentes do Sindicato marcarão presença nos demais dias.

Em todas as ocasiões, a previdência social também será debatida. “É uma semana inteira pra dialogar, conhecer as regiões do estado e fazer o debate com a sociedade, conhecer as realidades do nosso Estado, cada um com a sua questão. Em todos esses atos, o tema principal é a questão da previdência que nos preocupa bastante, principalmente para a agricultura familiar. Todos os atos vão debater isso”, salientou.

O assunto levanta o questionamento sobre o apoio de lideranças em defesa dos direitos. Hoje, a aposentadoria para a mulher e homem do campo é de, respectivamente, 55 anos e 60 anos. “Sabemos que tem as propostas de mudanças, passar para 65 anos, mas temos que fazer essa luta enquanto Federação, enquanto Sindicato. Estamos atentos e fazendo diálogo. Se precisar mobilização, vamos fazer. Estamos acompanhando a Federação, a Central Única dos Trabalhadores e o momento das votações dialogando com os deputados pra que nos defendam”, disse.

Para Paulo, são poucos os deputados que defendem o trabalhador. Porém, ao longo do tempo conquistas aconteceram. Para ele, ainda há esperança e o Sindicato tem papel fundamentam nesse processo de luta e garantia de direitos.